DIVULGAÇÃO_Festival Y#07 - Miso Ensemble apresenta "Itinerário do Sal", dia 28.Outubro, na Guarda
Sobre "Itinerário do Sal":Itinerário do Sal é a concretização de um trabalho de criação sobre a escrita: sobre a escrita musical, sobre a escrita poética, sobre a escrita gestual do músico/actor e da sua própria imagem, onde a voz é o prolongamento do corpo e do pensamento do poeta. Eis, portanto, a simbiose entre a essência da palavra e a evolução do Ser, apresentada na forma de uma nova dramaturgia designada por Ópera Electroacústica.
A primeira parte aborda a questão da ausência do autor enquanto desdobramento e deslocação da sua personalidade criadora e põe em cena a própria cena.
A segunda parte é dominada pela pesquisa do gesto da escrita interpretado como gesto instrumental e portanto musical. No fundo do gesto de escrever está o som da palavra. A palavra subordinada à vida. A palavra liberta da palavra.
A terceira parte dá corpo à palavra e dá-lhe imagem. A partitura do poema compõe o tempo. Quem se lembra do tempo? Mas é o tempo que se lembra de nós! A criação toma conta do criador e volta a questão da loucura... dos seus limites, da cegueira causada pelo excesso de lucidez, pelo excesso de Ver. É a cegueira do branco que queima, o branco do sal. Na luz, ninguém o vê!
No palco, o compositor e o poeta, juntos, num só, conduz-nos através do seu mundo interior, do seu itinerário pessoal a que chama de Sal - o mesmo Sal que representa a sua resistência, a sua vontade, a sua essência e a sua multiplicidade. O Sal (substância fundamental) que nos surge também como manifestação de conhecimento e de sabor; o itinerário que é de certo o do criador, mas que é também e simultaneamente a imagem e à imagem de tantos outros itinerários, caminhos, trocas, inspirações, demandas...
Miso Ensemble
crédito foto: Miso EnsembleEtiquetas: Festival Y, Miguel Azguime, Miso Ensemble, Paula Azguime, Perseu Mandillo, Teatro Municipal da Guarda
DIVULGAÇÃO_Festival Y#07 - David Fernández apresenta "El corázon, la boca, los hechos y la vida", dia 24.Outubro, na Guarda
David Fernández apresenta "El corázon, la boca, los hechos y la vida", dia 24.Outubro'09, às 21h30, no Teatro Municipal da Guarda.Sobre "El corázon, la boca, los hechos y la vida":Benhard Bach - sexto filho de J. S. Bach - morre de tédio com apenas 24 anos. Fugindo da insuportável sombra do seu pai e da sua vida programada de pianista virtuoso, deixou atrás de si numerosas dívidas e um pai envergonhado (uma dura carta de J. S. Bach em que escreve sobre o seu filho assim o prova).
Através de uma estrutura narrativa composta por diferentes elementos tecnológicos presentes na vida quotidiana (ecrãs, comandos, videojogos, etc.) Benhard Bach fala-nos da música, do seu desassossego, da sua raiva e do seu pai. Tal como David Fernández, só que David é filho de Bruno de
Verão Azul, e não de Bach.
Utilizo o teatro como um espaço de comunicação, construindo o meu discurso com os elementos que me rodeiam. Utilizo-os. Aproveito-me deles, mas não devo nada à cultura. Nada. A Bach sim, A ele devo tudo. Mas Bach não é cultura. Bach é um urso... um urso devorador de homens.David Fernández
Etiquetas: David Fernández, Festival Y, Teatro Municipal da Guarda
DIVULGAÇÃO_Festival Y#07 - Olga Mesa apresenta "Solo a Ciegas (con lágrimas azules), dia 16, na Guarda
Olga Mesa apresenta "Solo a Ciegas (con lágrimas azules)", dia 16.Outubro'09, às 21h30, no Teatro Municipal da Guarda.Sobre "Solo a Ciegas (con lágrimas azules)" - extracto de imprensa:
A performance for any space. Here, we experience a connection with the past with this multiply talented artist, a choreographer as well as a remarkable dancer, musician, actress, and visual artist with Asturian origins and universal application. But nothing is as precise as her ability to mix dance of such a singular aesthetic with technical dexterity, to reconcile her absent regard with her generous offering in this creation to an omnipresent public, and finally to present a temporality that goes against the rhythms that we are so accustomed to.
It is logical that it is far from here that a person such as Olga Mesa finds the sense and reason for her art. The logic of pieces that are both contemporary and coincide with everyday reality becomes one dance truly in movement facing another dance, immobilized, through sterile exercises and poor communication (...).
(...)In fact, to begin the weekend with Olga Mesa’s creation of blue tears is certainly the best possible aperitif in order to take risks and encourage us by contemplating an ensemble of movement, music, text, and images that fill all and penetrate all. Here there is coldness at certain moments in the performance, void expressions in certain images, heat boiling over with each wild look, and a sense of the purest mysticism.
There is a spiritually without pretention that brushes expertly across a non-contrived sensuality which decomposes into an occasional encounter with the essence of the dancer and her origins – her most immediate horizon and her past experiences, full of years of crossings – from here to New York, from America to Strasbourg, and again, to her home.
Solo work – one could say the work of solitude just as well – is an ambitious manifesto, a voiceless and unshakable cri of imagination and beauty mixed with tradition (that by the way does not renounce enough to the aesthetic presuppositions of this performer who has become a priestess of dance). Definitively, this research of the personal “I” doubles as passage as a research into beauty, which by necessity envelops everything. Olga Mesa is all this and also simply an artisan of dance and creation, in an opening and welcoming sense, but with a convincing and delicate solitude that we admire and applaud with pleasure, zest and pure desire. Bravo!
Carlos José Martínez
© La Nueva España, Gijón, 31/03/08crédito foto: Benedicte ZanonEtiquetas: Festival Y, Olga Mesa, Solo a Ciegas, Teatro Municipal da Guarda
VIDEO_"Das coisas nascem coisas" de Cláudia Dias
Enquanto Sergi Fäustino se prepara para apresentar hoje à noite a sua performance "f.r.a.n.z.p.e.t.e.r.", às 21h30m n'
A Moagem, veja aqui um excerto do espectáculo "Das coisas nascem coisas" que a coreógrafa Cláudia Dias apresentará amanhã no pequeno auditório do
Teatro Municipal da Guarda e aproveite para adquirir o seu ingresso na
bilheteira online do TMG.
Etiquetas: Cláudia Dias, dança, Festival Y, Marta Lança, re.al. Das coisas nascem coisas, Rui Silveira, Teatro Municipal da Guarda, vídeo
DIVULGAÇÃO_Festival Y#06: Cláudia Dias > "Das coisas nascem coisas" > 31.Outubro'08
© Patrícia Almeida | RE.AL 2008
Sinopse:
Embalagem de papel totalmente reciclável.
Peso máximo a ser embalado: 25 kg
Não empilhar mais do que 3 caixas
Não serve para embalar líquidos ou produtos perigosos.
Proteger da humidade
O fabricante não pode ser responsabilizado por qualquer utilização indevida desta caixa
Um microfone em cena, enquadrado por uma pequena parede de caixas de cartão, define um espaço próprio ao discurso - um espaço em que se define, comenta e contextualiza o que se faz. A acção, por sua vez, tem também o seu espaço próprio. Concentra-se em torno de caixas de cartão, objectos-padrão que darão o mote a toda a proposta. Há assim desde o início da peça, uma proposta de relação de forças entre palavras e coisas, cujo recorte à partida formal, nos permite respirar à medida de um mergulho inesperado. Mergulho no atrito. À medida que se avança, as imagens suspendem-se entre aquilo que são na acção e se podem tornar no discurso, há pequenas paragens de sentido, leituras múltiplas, fotografias do provisório. Dueto de corpos e dueto de perspectivas.
Rita Natálio
das coisas nascem coisas direcção do projecto e coreografia > cláudia dias
intérpretes > márcia lança, rui silveira
espaço cénico e desenho de luz > walter lauterer
acompanhamento crítico > joão fiadeiro, david-alexandre guéniot, rita natálio
traduções > marie mignot, mónica mota
apoio vocal > inês nogueira
música > “dance of the dead” (excerto sonoro do filme evil dead 2), “no motherland without you” (pochombo electronic ensemble), “symphony nº3-lento: sostenuto tranquillo ma cantabile” (henryk górecki) e som gravado durante uma procissão
poema > “perguntas de um operário letrado” (bertolt brecht)
direcção técnica > rui simão
direcção de produção e difusão > sofia campos
produção > re.al
co-produção > alkantara, festival ¡mira! tnba (projecto co-produzido por next step, com o apoio do programa cultura da união europeia)
residência artística > forum cultural josé manuel figueiredo/câmara municipal da moita, atelier re.al
apoio > forum dança, lisantigo, pedro joel+computer support
agradecimentos > alaíde costa, andrea brandão, gustavo sumpta, ivo serra, josé morais e equipa do fcjmf, maria joão garcia, paula caspão, paulo mota, vera sofia mota, olga mesa
género: dança | duração: 60 min. | classificação etária: todos os públicos
Etiquetas: Cláudia Dias, dança, Festival Y, Marta Lança, re.al. Das coisas nascem coisas, Rui Silveira, Teatro Municipal da Guarda
DIVULGAÇÃO_Festival Y#06_3 dias, 4 espectáculos, 4 cidades
Os próximos 3 três dias estarão recheados de espectáculos do Festival Y#06, com a apresentação de 4 propostas criativas em 4 cidades distintas.
O Catalão Sergi Fäustino bisará apresentando "f.r.a.n.z.p.e.t.e.r", amanhã às 21h30m no auditório d' A Moagem no Fundão, e "Duques de Bergara Unplugged", às 21h30m do dia 1 de Novembro, no auditório do Teatro das Beiras, na Covilhã.
Os restantes dois espectáculos estarão a cargo de Cláudia Dias - que apresentará o espectáculo de dança "Das coisas nascem coisas" dia 31 de Outubro no Teatro Municipal da Guarda -, e de Sílvia Real que levará "Tritone", dia 1 de Novembro, ao Teatro Virgínia em Torres Novas.
A acompanhar atentamente a publicação de mais informações sobre os referidos espectáculos aqui neste blog.
Etiquetas: A Moagem, Cláudia Dias, Das coisas nascem coisas, Duques de Bergara Unplugged, f.r.a.n.z.p.e.t.e.r, Festival Y, Sergi Fäustino, Sílvia Real, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Virgínia, Tritone
Hoje o Festival Y regressa ao Teatro Municipal da Guarda e o meu olhar deambula pelas formas e luz da sua bela arquitectura.
Etiquetas: arquitectura, Festival Y, fotografia, Susana Paiva, Teatro Municipal da Guarda
A 31 de Maio 2007
Tiago Bartolomeu Costa publicou no jornal "Público" uma crítica a "Uma lentidão que parece uma velocidade" de Tânia Carvalho, espectáculo que o Festival Y#06 apresenta amanhã às 21h30 no Teatro Municipal da Guarda.
Recorde aqui a opinião do crítico de dança, e autor do blog "O melhor anjo",
aproveitando para adquirir desde já o seu bilhete para o referido espectáculo na bilheteira online do TMG.
"Ao piano, um copo de veneno"
"Ao contrário da geração da Nova Dança Portuguesa, que poderíamos datar entre 1989-2000, com nomes como os de Vera Mantero, João Fiadeiro, Francisco Camacho ou Clara Andermatt entre outros, a nova geração de coreógrafos, a fazer-se notar a partir de 2000 (alguns já trabalhavam antes), não se sustenta numa instável posição de confronto e ruptura com o cânone e o legado mais directo da dança. Prosseguindo o trabalho de casos atípicos na cena nacional – como Miguel Pereira, Filipa Francisco e Ana Borralho/João Galante –, tiveram, na liberdade adquirida com e por aqueles outros criadores – precisamente porque continuam activos –, um lato campo de experimentação que não se socorre da referência para se (auto) justificar, como aconteceu com muitos. Uma tendência generalizada nos vários movimentos coreográficos europeus e que, em Portugal, gerou vários equívocos.
Sendo genérico, sou também generoso, pois falar de uma nova geração é, em si mesmo, uma facilidade crítica que cria ilusões como a existência de agrupamentos. Uma situação que, se já era difícil para os outros, para estes é praticamente impossível.
Contudo, Tânia Carvalho é, com Tiago Guedes, Cláudia Dias e Sónia Baptista, um dos nomes com mais destaque nessa nova geração, ampla, independente e liberta da necessidade de propor uma nova organização espacial, filosófica e coreográfica. O seu mais recente espectáculo é disso um bom exemplo.
Sentada ao piano, interpreta a Sonata para Piano kvk545, de Mozart, numa busca pessoal que leva mais em consideração o processo que o resultado. Qualquer purista dirá o óbvio: quem se propõe a tocar piano ou o sabe fazer ou poupa-nos ao exercício. Para o caso, tanto importa se Tânia Carvalho o faz bem ou mal (não o faz mal, já é um bom princípio), porque o que ali está em causa não é tanto o virtuosismo da interpretação mas a leitura que a coreógrafa quer propor entre o rigor e o limite do intérprete de uma composição e aquele exigido a um bailarino.
Já há muito se reconhecia no seu percurso uma seriedade matemática (ouso a expressão à falta de melhor) que facilmente se associava à composição musical. Orquéstica, peça de grupo de 2006, era essencialmente a transposição de uma partitura para um corpo múltiplo.
Se agora não vai tão longe quanto se esperava, ou desejaria, a coreógrafa joga, ainda assim, com um princípio de composição paralelo, oferecendo-nos a desestruturação sonora, poética e visual de uma mesma partitura. Primeiro a música, experimentada na visível dedicação a que se entrega, tornando-nos cúmplices de um esforço real. A meio, associando o texto de Patrícia Caldeira à desagregação da partitura. Depois no movimento, onde explora aquilo que de mais característico se lhe reconhece: a austeridade e a aridez no gesto controlado, a pesquisa de um limite temporal, a organização de acordo com princípios físicos claros e, diria mesmo, dogmáticos. O modo como combina estes elementos, em particular na fantasmagórica sequência onde o piano toca sozinho e todo o corpo a ele se subjuga, marca a traço trágico um modelo de criação obstinado e autoral."
Etiquetas: crítica, dança, Festival Y, música, Tânia Carvalho, Teatro Municipal da Guarda, Tiago Bartolomeu Costa, uma lentidão que parece uma velocidade
VIDEO_"Uma lentidão que parece uma velocidade" de Tânia Carvalho
Faltam apenas dois dias para que o palco do pequeno auditório do
Teatro Municipal da Guarda se encha da música e dos movimentos com que Tânia Carvalho nos presenteará no seu espectáculo "Uma lentidão que parece uma velocidade".
Veja aqui um excerto do vídeo do seu espectáculo e aproveite para
adquirir o bilhete para este espectáculo integrado no festival y#06 e patente a público no dia 23 de Outubro às 21h30m.
Etiquetas: dança, Festival Y, música, Tânia Carvalho, Teatro Municipal da Guarda, TMG, uma lentidão que parece uma velocidade, vídeo
DIVULGAÇÃO_Festival Y#06: Tânia Carvalho> "Uma lentidão que parece uma velocidade" > 23.Outubro'08

© DR
Sinopse:
Li esta frase num livro de Jean Cocteau e logo me inspirou. Por implicar movimento quase visível, pelo menos para mim, e ao mesmo tempo por achá-la bastante poética. apeteceu-me logo fazer uma dança dedicada ao que esta frase me fez sentir. Sinto que sou uma coreomaníaca, e cada vez mais. Quanto mais danço, mais me apetece faze-lo. E cada vez mais me fecho no que a dança é por si só, na sua forma abstracta. Provocadora de emoções, sentimentos, coisas que nem eu sei explicar bem porque gosto de fazer e ver. Gosto desta confusão que é de lhe sentir a essência mas de não conseguir agarra-la. De não saber muito bem porque escolho alguns movimentos, ou até porque chego a fazê-los.
Esta frase fez me pensar nisto tudo que me baralha e me encanta. Nisto tudo que disse e em tudo o que ficou por dizer. Nisto tudo que a dança é.
Tânia Carvalho
uma lentidão que parece uma velocidadecoreografia e interpretação > tânia carvalho
música > sonata for piano kvk545 mozart, ré (avariado) tânia carvalho
espaço cénico e luzes > daniel lima
figurinos > aleksandar protich
textos > patrícia caldeira
assistência musical > joão aleixo
produção > bomba suicida
co-produção > teatro Camões, theatro circo de braga
género: dança/música |
duração: 45 min. | classificação etária: maiores 12 anos
Etiquetas: bomba suicida, dança, Festival Y, música, Tânia Carvalho, Teatro Municipal da Guarda, uma lentidão que parece uma velocidade
SLIDESHOW_Fotografias de "Gadgets" por Susana Paiva
O slideshow apresenta uma montagem de imagens e sons captados por Susana Paiva durante o ensaio técnico e espectáculo de "Gadgets" apresentado no Teatro Municipal da Guarda no passado dia 10 de Outubro.
Etiquetas: austrália, Festival Y, fotografia, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, Marko Simec, música, novo circo, slideshow, Susana Paiva, Teatro Municipal da Guarda, TMG
FOTOGRAFIA_Ensaio técnico do espectáculo "Gadgets"
Etiquetas: austrália, Festival Y, fotografia, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, Marko Simec, música, novo circo, Susana Paiva, Teatro Municipal da Guarda, TMG
Já está disponível para audição online, ou descarga, a conversa informal com Joel Salom e Jim Dunlop durante o ensaio técnico do seu espectáculo "Gadgets" apresentado ontem no Teatro Municipal da Guarda no âmbito da 6ª edição do Festival Y.
Aproveite para saber quais as razões que levaram Joel Salom, Jim Dunlop e Marko Simec a apresentar "Gadgets" em Portugal e já agora como definem o espectáculo os seus criadores.
Para audição ou descarga do ficheiro audio basta clicar aqui ou aceder ao interface "box", no topo da coluna à direita desta página, seleccionar "Festival Y", "Audio" e aceder ao ficheiro "GADGETS_Joel_Salom".
Etiquetas: audio, austrália, entrevista. depoimento, Festival Y, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, novo circo, Teatro Municipal da Guarda, TMG
ESPECTÁCULO_"Gadgets" de Joel Salom no Festival Y
© DR
É já hoje, às 21h30m, que sobe ao palco do Pequeno Auditório do Teatro Municipal da Guarda o espectáculo "Gadgets" do divertido artista australiano Joel Salom.
Combinando circo e teatro-físico, o espectáculo reúne em cena Joel Salom e um duo de multi-músicos extra dotados - Marko Simec e Jim Dunlop - com o objectivo de apresentar uma extravagante comédia onde a técnica circense se junta à mais alta tecnologia para nos proporcionar momentos hilariantes, alguns dos quais protagonizados por Eric, o cão mecânico de Salom e também um dos seus alter-egos artísticos.
Joel Salom é um prodígio de técnica e um refinado humorista que recorre à tecnologia para fazer dos seus espectáculos uma experiência única para toda a família, num deslumbre visual e sonoro que inclui raios laser, percussão electrónica com bolas num interface digital e mais uns quantos truques e engenhocas.
Adquira os seus bilhetes online acedendo aqui directamente à bilheteira do Teatro Municipal da GuardaBom espectáculo!
Etiquetas: austrália, Festival Y, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, Marko Simec, música, novo circo, Teatro Municipal da Guarda, TMG
Conheça o projecto arquitectónico do Teatro Municipal da Guarda - local de apresentação dos 3 primeiros espectáculos da 6ª edição do Festival Y - através das palavras do arquitecto Carlos Veloso. "O TMG situa-se num território agreste, na Guarda, no interior de Portugal. Os edifícios localizam-se numa área central da cidade, antigo limite da cidade, a sul. O espaço de intervenção é contíguo ao tecido urbano consolidado mas sem uma relação directa com o espaço público envolvente. Carácter contextualista não visível de um modo aparente na construção do lugar. Os novos edifícios foram desenhados para este lugar preenchendo um espaço de características singulares na estrutura urbana existente.
O complexo, é constituído por dois edifícios autónomos e diferenciados, impondo alguma autonomia formal na relação afectiva com a envolvente. Não se manifestam visíveis vistos do exterior, do lado da cidade. Isto porque é um espaço com diversos edifícios a preencher os limites e visualmente aberto em direcção à paisagem mais distante. O edifício mais “pesado” na cor e na forma está em contacto directo, com uma realidade urbana transitória, em futura mudança. O outro, de menor dimensão, mais leve, reveste-se a vidro esmaltado a branco, construindo um paralelismo com o edifício existente a norte, nos alinhamentos, na cércea, na secção transversal e usando a mesma plataforma de implantação.

Estabeleceu-se alguma cumplicidade e reinvenção nas formas e traçados entre o contexto envolvente e o complexo de edifícios novos. O assentamento dos edifícios motiva espaços exteriores diferenciados, mas não fragmentados, viabilizando hipóteses de utilização cénica diversa. O declive do terreno é estruturado em sucessivas plataformas de nível. A paisagem surge na composição cénica imposta pelos sucessivos patamares.
É uma arquitectura de presença e legibilidade, mas de adjectivação simples. Uma complexidade racionalista na “construção” de volumes puros e simples. Uma presença física que se dilui na sua condição de “parte de cidade” e “objecto”, integram-se e são integrantes. Reprodução de uma imagem formal que traduz uma autonomia intrínseca de cada peça, a sua própria presença. Os edifícios constroem uma dependência tectónica do lugar onde se implantam com vontade de revelar a sua especificidade formal, a partir do seu próprio conteúdo.
Os materiais de revestimento resumem-se a painéis de betão com fibra de vidro (GRC), de vidro e aparelho de granito. Correu-se o risco de se desenhar e compor-se os elementos plásticos no intuito de eliminar uma única massa construída. O objectivo foi formular formas e espaços cénicos diversos e por inerência obrigar o espectador a um comportamento inter-relacional e heterogéneo." (...)
Leia aqui a integralidade do artigo de Carlos Veloso, aproveitando para aí ver o excelente portfolio fotográfico da autoria de Fernando Guerra.
Etiquetas: arquitectura, Carlos Veloso, Fernando Guerra, projecto, Teatro Municipal da Guarda, TMG
VIDEO_Vem aí "Gadgets" de Joel Salom
Faltam apenas dois dias para a apresentação do espectáculo "Gadgets" de
Joel Salom, no palco do pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda, no âmbito do Festival Y.
Aproveite para aqui ver em vídeo um excerto do seu espectáculo e para fazer desde já a compra do seu bilhete online através da
bilheteira do Teatro Municipal da Guarda.
Etiquetas: austrália, Festival Y, fotografia, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, Marko Simec, música, novo circo, Teatro Municipal da Guarda, TMG, vídeo
DIVULGAÇÃO_Festival Y#06: Joel Salom > "Gadgets" > 10.Outubro'08
© DR
Sobre "Gadgets":
O extraordinário artista australiano Joel Salom combinando circo e teatro-físico, junta-se ao fantástico duo de multi-músicos extra dotados, para apresentar uma extravagante comédia.
Joel junta a sua técnica à mais alta tecnologia para nos proporcionar momentos hilariantes e de "partir o côco a rir".
"Gadgets" (Engenhocas) inclui o genial e surpreendente "Instrumento musical activado por malabarismo com interface digital", sistema de som/laser e o divertidíssimo Eric, o cão robot.
género: novo circo / duração: 60 min. / classificação etária: maiores 6 anos
Etiquetas: austrália, Festival Y, fotografia, Gadgets, Jim Dunlop, Joel Salom, Marko Simec, música, novo circo, Teatro Municipal da Guarda, TMG
SLIDESHOW_Fotografias de "Ópera" por Susana Paiva
Etiquetas: Festival Y, fotografia, Maria Duarte, Materias diversos, Ópera, Portugal, slideshow, Susana Paiva, Teatro Municipal da Guarda, Tiago Guedes, TMG, transdisciplinar