segunda-feira, outubro 19, 2009

DIVULGAÇÃO_Festival Y#07 - Helena Botto apresenta "O Álbum", dia 22.Outubro, na Covilhã

O Projecto Transparências / Helena Botto apresenta "O Álbum", dia 22.Outubro'09, às 21h30, na Covilhã > Auditório do Teatro das Beiras.

Sobre "O Álbum":
O Álbum é uma criação híbrida que entrecruza os universos da performance, da fotografia, do vídeo, da imagem em tempo real e da música, utilizando como fio dramatúrgico condutor alguns fragmentos de textos de Câmara Clara de Roland Barthes e de Crave de Sarah Kane. Há nesta amálgama de linguagens um elemento que as contrapõe: a questão da imobilidade e do devir. Tal como a fotografia, a música, as imagens de vídeo e os textos, não estão sujeitos à mudança e ao desgaste (a menos que deliberadamente neles intervenhamos a posteriori da sua concepção), no entanto o corpo (performance) esse estará irremediavelmente sujeito ao desgaste, à perda, à transformação. É talvez a cruel fatalidade a que não poderemos escapar e sobre a qual nos propomos reflectir.
Helena Botto

crédito foto: Susana Neves

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terça-feira, outubro 06, 2009

DIVULGAÇÃO_Festival Y#07_Teatro Praga apresenta "Eurovision"

O Teatro Praga apresenta amanhã, dia 7.Outubro'09, "Eurovision", às 21h30, no Teatro Cine da Covilhã.

Sobre "Eurovision":
Existe realmente uma Identidade Europeia? Será que o velho continente possui um passado para além da sua idade? E este passado liga-nos ou separa-nos? Como nos compreendemos se falamos trinta e cinco línguas diferentes? Este "Two-Man" show do Teatro Praga olha para estas questões e, em vez de lhes responder, confronta o público com mais questões. De forma a determinar o Europeísmo, escolhe-se a maior parada kitsch da causa comum: o Festival Europeu da Canção, a Eurovisão, onde os representantes de povos de diferentes culturas, línguas, modos e normas de vida, se reúnem numa parada de falta de gosto uniforme. O Teatro Praga criou uma performance irónica e espectacular que é multilingue e usa muitos elementos de outros ramos das artes.
Com Eurovision, é proposto um espectáculo de visão particular, um objecto tremendo como a Europa e ao mesmo tempo pequeno como um guilty pleasure.
As fronteiras estão finalmente abertas, a partir do velho continente tenta-se a construção de uma narrativa, um concurso longo e viciado em que só o melhor (dos melhores) ganha.

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quarta-feira, maio 20, 2009

DIVULGAÇÃO_Os fios que a lã tece, de 19 a 23.Maio'09, no Teatro Cine da Covilhã

Quarta Parede > Os fios que a lã tece
19 a 23.Maio'09
> 21h30
Covilhã > teatro cine

Organização: Município da Covilhã


Sobre Os fios que a lã tece:
Os fios que a lã tece é um espectáculo concebido a partir do universo da lã, que nos transporta desde os tempos mais remotos do aparecimento da Covilhã e da indústria de lanifícios até ao presente. Os “fios” são os condutores da História e das estórias que marcaram a região e a vida das pessoas “tecidos” neste espectáculo de teatro de objectos. Cada um destes objectos acompanha memórias de vidas, de pessoas, de vivências, que cada um projectou ou projectará de certo nas suas vidas. É também um espectáculo que mostra as metamorfoses das cidades no aspecto urbano e social.
Rui Sena

* fotografia de Susana Paiva

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domingo, novembro 09, 2008

AUDIO_Sobre "Ponto (I)móvel"_Depoimentos de Maria Belo Costa

A equipa de criadores de "Ponto (I)móvel" já partiu da Covilhã, após a apresentação do espectáculo que encerrou ontem a 6ª edição do Festival Y.
Oiça aqui os depoimentos de Maria Belo Costa sobre o processo de criação do seu espectáculo, sobre a importância dos espaços de residência artística no panorama da criação nacional e o futuro deste projecto.

Ponto (I)móvel_ processo de criação.mp3

Ponto (I)móvel_espaços de residência.mp3

Ponto (I)móvel_futuro do espectáculo.mp3



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sábado, novembro 08, 2008

DIVULGAÇÃO_Festival Y#06_Encerramento do Festival

Fotografia de Susana Paiva

O Festival Y encerra hoje à noite a sua 6ª edição, com a segunda apresentação do espectáculo "Ponto (I)móvel" de Maria Belo Costa, às 21h30m no auditório do Teatro das Beiras.
O espectáculo, produzido pela Pédepano, é uma co-produção com Festival Y/ Quarta Parede e será, ainda este mês, apresentado em Portalegre.


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FOTOGRAFIA_Ensaio geral do espectáculo "Ponto (I)móvel"

Fotografias de Susana Paiva


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sexta-feira, novembro 07, 2008

EM RESIDÊNCIA_"Ponto (I)móvel" de Maria Belo Costa_III ACTO

Fotografia de ensaio de Susana Paiva

Estreia já hoje, às 21h30m no auditório do Teatro das Beiras, o espectáculo "Ponto (I)móvel" que Maria Belo criou durante uma residência artística na Covilhã, no âmbito do Festival Y #06.
O espectáculo, co-produzido pela Quarta Parede - Associação de Artes Performativas da Covilhã, terá duas apresentações públicas, hoje e amanhã, sempre às 21h30m.


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quinta-feira, novembro 06, 2008

EM RESIDÊNCIA_"Ponto (I)móvel" de Maria Belo Costa_II ACTO

Fotografias de ensaio de Susana Paiva
É já amanhã, às 21h30m, que estreia no auditório do Teatro das Beiras, na Covilhã, a performance "Ponto (I)móvel" concebida e interpretada por Maria Belo Costa.
Conheça aqui um pouco mais sobre a criadora do espectáculo que encerrará o Festival Y deste ano.

MARIA BELO COSTA concluiu o Curso de Teatro – Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo anteriormente frequentado o 1º ano do Curso de Formação de Actores do Centro Dramático de Évora. Fez a sua formação na área do corpo e movimento no CEM - Centro em Movimento, onde integrou o primeiro grupo de formação Zona Z.
Trabalhou como actriz e performer e foi co-criadora de vários espectáculos. Foi produtora nos espectáculos "The End Of Love" e "Documental e Autobiográfico" de Lúcia Sigalho. Fez assistência de encenação do espectáculo "Parasita Acumulador" de Carlos Zíngaro e Ludger Lamers, inserido no ciclo Imagens Projectadas da Granular, no Centro de Arte Moderna.
Entre 2006 e 2007 foi Coordenadora para a Formação no CENTA, em Vila Velha de Ródão, desenvolvendo projectos pedagógicos na área da dança-teatro com crianças dos 1º, 2º e 3º ciclos e colaborando no projecto "(R)EXISTIR", coordenado pela coreógrafa Filipa Francisco, no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco.


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quarta-feira, novembro 05, 2008

AUDIO_Rui Sena_Sobre a encenação de "Os fios que a lâ tece"

Oiça aqui o testemunho de Rui Sena sobre a génese e encenação do espectáculo "Os fios que a lã tece" que a Quarta Parede apresentará nos próximos dias 7 e 8 de Novembro no Museu Agrícola de Riachos, no âmbito do Festival Y #06.

Os fios que a lã tece_Rui_Sena sobre a encenação.mp3



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EM RESIDÊNCIA_"Ponto (I)móvel" de Maria Belo Costa_I Acto




Fotografias de ensaio de Susana Paiva

"Ponto (I)móvel" de Maria Belo Costa será o espectáculo de encerramento da 6ª edição do Festival Y. Uma performance em estreia absoluta, criada em residência artística durante o Festival Y, e que levará ao palco do auditório do Teatro das Beiras, às 21h30m dos próximos dias 7 e 8 de Novembro, as memórias e emoções de uma mulher que se multiplica em cena, convocando os espectros de duas outras mulheres que já foi.



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AUDIO_"Os fios que a lã tece" por Defsky

Oiça aqui 3 depoimentos que fazem parte integrante da sonoplastia de Defski para "Os fios que a lã tece", espectáculo da Quarta Parede onde se reflecte a memória de uma Covilhã desaparecida que é também metáfora de um Portugal industrial em vias de desaparecimento.


depoimento_1.mp3

depoimento_2.mp3

depoimento_3.mp3


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terça-feira, novembro 04, 2008

DIVULGAÇÃO_Festival Y#06: Maria Belo Costa > "Ponto (I)móvel" > 7 e 8.Novembro'08


© Helder Milhano

Sinopse:


Em palco apresenta-se uma performer, aparentemente só. Telas de projecção, quase imperceptíveis de início, tornam-se tangíveis quando outras três figuras femininas são convocadas para a cena, através do vídeo, espectros de mulheres que ela já foi, desdobrando relações entre si, reveladas através de uma acção natural e não de um confronto directo. Toda a violência e confronto são apresentados pela fisicalidade da performer “assombrada” e efectivada pela presença das outras três figuras, mais estáticas e presenciais. O real versus o virtual. Aqui cria-se uma relação paradoxal, onde o corpo físico, tem mais de virtual do que as figuras projectadas, que constituem produtos acabados, retalhos de memórias que são manifestadas através deste corpo físico e móvel e, no entanto, em construção. Dançar as memórias, dançar o agora. Entenda-se: as memórias não são sinónimos de angústia, saudade, cristalização, antes querem dizer marca, rasto, trajecto sem sentido ascendente ou descendente, fazer. Das memórias para as emoções. Dos perceptos aos afectos. A memória, a individual e a colectiva, e a criação. Viver ou construir realidades.

Ponto (I)móvel

concepção | performer > maria belo costa
som > carlos "zíngaro"
vídeo | figurinos > nuno carrusca
edição vídeo > márcio martins
design de luz > pedro fonseca
design gráfico | fotografia | objecto cénico > helder milhano
apoio de movimento > yola pinto
produção executiva > pedro fonseca
produção > pédepano – projectos culturais, associação
co-produção > festival y / quarta parede - associação de artes performativas da covilhã

género: dança|performance | duração: aprox. 50 min. | classificação etária: maiores 12 anos


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sexta-feira, outubro 17, 2008

RECURSOS_Materiais disponíveis para consulta online e download

É uma pequena caixa mas plena de recursos a que apresentamos no topo da coluna direita deste blog. Na nossa box.net podem encontrar diversos recursos úteis para acompanhar as actividades da Quarta Parede e, em particular, da 6ª edição do Festival Y.
Entre os diversos materiais destacamos os recursos audio onde poderão, por exemplo, ouvir o remix da banda sonora do espectáculo "Fios que a lã tece" que a Quarta Parede apresentará no Teatro Virgínia, em Torres Novas, já nos próximos dias 7 e 8 de Novembro. Disfrutem das sonoridades e testemunhos da memória de uma Covilhã onde a indústria dos lanifícios marcava a vida e sonoridade da cidade.
Aproveitem também para ouvir os depoimentos dos artistas intervenientes nos dois primeiros espectáculos desta edição do Festival Y. Em "Ópera" e em "Gadgets" encontrarão muitas pistas que ajudam à compreensão da pertinência e singularidade do Festival Y.
Para a devida contextualização da actividade da Quarta Parede aconselho a leitura da entrevista a Rui Sena que Carla Dias publicou na edição de 11 de Dezembro de 2007 do "Urbi e Orbi". Além de bastante esclarecedora, a entrevista conjuga a forma escrita com a oralidade disponibilizando alguns depoimentos chave de Rui Sena. Ouça aqui o primeiro, segundo e terceiro excertos do seu discurso.


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